Esse é Blog é mesmo o Crème de la Crème da educação financeira, viu?
(Adivinha quem está falando? Nath Arcuri,  claro. Tem outra doida aqui? )

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Doida, porém fofa


Dei uma invadida básica no post de hoje pra dizer que é com muito orgulho que a partir de hoje teremos a colaboração da equipe do Organizze na elaboração de conteúdo de valor pra você.
Talvez você não saiba ainda, mas aqui no Me Poupe! A gente faz questão de compartilhar o espaço com quem tem os mesmos princípios e valores e o Organize também quer que você enriqueça, então tá tudo em casa!
O tema deste artigo está em 5 entre 10 emails que eu recebo dos leitores do Blog e seguidores do Canal Me POUPE no YouTube.
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“COMO SABER ONDE INVESTIR?” afinal de contas?
O povo lindo do Organize fez um texto brilhante pra você entender como tomar as melhores decisões de investimento sem precisar depender de consultor ou de gerente de banco. Leia tudo! E se não entender, leia de novo. 
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COMO SABER ONDE INVESTIR?

Por parceiro de conteúdo
Que​m conseguiu juntar algumas economias geralmente se pergunta: “onde investir meu dinheiro?” Se você também já teve esse tipo de questionamento, saiba que existem vários critérios que devem ser analisados antes de se fazer uma aplicação financeira.
Fatores como o capital disponível, o risco, o tempo, os custos operacionais, entre outros, podem interferir bastante na rentabilidade dos ​investimentos​. Acompanhe, em seguida, algumas dicas de como aplicar bem o seu dinheiro!

Verifique o tamanho do capital

De modo geral, quanto mais recursos financeiros se tem, maiores tendem a ser os retornos sobre os investimentos. Ainda assim, isso não significa que quem possui poucas economias não possa investir. O fato é que, quando se perguntar “onde investir meu dinheiro?”, avalie o tipo de investimento recomendável para o seu nível de capital. Achou complicado? Calma, vamos explicar.
Quem tem menos de R$ 5 mil disponíveis para investimento deve pensar primeiro em acumular patrimônio. Nesse caso, são recomendáveis as aplicações financeiras de renda fixa, como poupança, Tesouro Direto (investimento inicial R$30,00), Certificado de Depósito Bancário (CDB) etc. Podemos comparar as aplicações de renda fixa a empréstimos que o investidor faz a alguém, como o banco ou o governo, a uma determinada taxa de juros. Os investimentos em renda fixa tem perfil conservador, ou seja, tem como objetivo principal preservar o patrimônio e fazê­lo crescer no longo prazo.
Com mais capital, é possível fazer outros tipos de investimentos. Por exemplo, acima de R$ 5 mil, já é possível aplicar nas chamadas Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito de Agronegócio (LCAs), que os bancos emitem para financiar esses setores da economia. Vale lembrar que, geralmente, as LCIs e as LCAs possuem um prazo de carência, em que o investidor não poderá sacar o dinheiro. As vantagens dessas duas letras de crédito é que sobre elas não é cobrado o ​Imposto de Renda​.
Com mais de R$ 50 mil, o investidor poderá se arriscar mais nas aplicações financeiras de renda variável, como o mercado de ações. Além disso, as corretoras de títulos e valores mobiliários dispõem de portfólios de investimento, com vários produtos, como fundos de investimento, CDBs, LCIs e LCAs etc.
(Entenda o que é o CDB aqui)

Analise o perfil de risco

O perfil de tolerância a risco, além do capital disponível, é outro critério que deve ser considerado na escolha de onde aplicar o seu dinheiro. Geralmente, os perfis são classificados em conservador, moderado e agressivo. No mercado financeiro, há uma relação diretamente proporcional entre risco e rentabilidade. Logo, se o risco é grande, o potencial de retorno é maior, mas se o risco é baixo, a rentabilidade tende a ser pequena.
Via de regra as aplicações financeiras mais arriscadas são as de renda variável, afinal, corre­-se o risco de se perder parte do capital investido, como no mercado de ações. Existem ainda categorias de ​investimentos​ de perfil agressivo em que é possível haver até perdas maiores do que o capital aplicado. Logo, para evitar perigo de perder o dinheiro investido, é necessário que você faça um teste de perfil de risco, que geralmente é realizado pelos bancos e pelas corretoras de valores antes das aplicações.
Saiba que tipo de investidor você é aqui
Vale lembrar que algumas aplicações de renda fixa, como poupança, ​LCI e LCA​ e CDB são asseguradas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em até R$ 250 mil por pessoa física. Então, se houver algum problema com o banco, como a falência da instituição, o investidor terá a quantia ressarcida até o limite garantido.
É bem verdade que o perfil de risco é um tanto relativo, já que muda de pessoa para pessoa, mas vale lembrar que ​os jovens​ podem se expor a mais risco, pois em caso de perda têm mais tempo para compensar eventuais prejuízos. Já pessoas com mais idade precisam proteger o patrimônio para a aposentadoria, logo, não devem correr tantos riscos.

Proteja-­se da inflação

Muita gente faz uma determinada aplicação financeira e, em alguns casos, tem perda real em vez de ganho. Como isso é possível? Graças à inflação, que corrói o poder de compra do dinheiro ao longo do tempo. Imagine uma brincadeira de cabo de guerra.
De um lado puxa a inflação e de outro a ​taxa de juros​ (rentabilidade do investimento). Se a força da inflação for maior do que a da rentabilidade, o investidor perdeu dinheiro. Para evitar isso, uma opção é aplicar em produtos que sejam remunerados com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação. Como exemplo, temos o título público IPCA+.
Quando for decidir onde vai investir, procure saber os dados acumulados da inflação nos últimos doze meses e as perspectivas para o ano seguinte. Dessa forma, você poderá escolher aplicações que rendam mais do que a inflação.

Considere o tempo de investimento

Mais um critério para responder à pergunta “onde investir meu dinheiro?” é o tempo da aplicação. Geralmente os investimentos podem ser classificados como aplicações de curto (até dois anos), médio (entre 3 e 5 anos) e longo prazo (mais de 5 anos). O tipo de aplicação dependerá dos objetivos financeiros que a pessoa tem para o uso do dinheiro, como compra de casa ou carro, pagar faculdade ou garantir a ​aposentadoria​ etc.
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Nas aplicações de renda fixa, por exemplo, o tempo do investimento tem grande influência sobre as alíquotas do Imposto de Renda, já que em algumas aplicações a cobrança é regressiva, de 22,5% (até 180 dias) a 15% (mais de 720 dias).

Avalie custos operacionais

A maior parte das aplicações financeiras possuem custos, como taxas de administração, corretagem, custódia (guarda dos títulos) etc. Conforme o valor que se investe, os custos podem impactar na rentabilidade real do investimento. Por exemplo, se alguém compra R$ 100 em ações e paga uma taxa de corretagem de R$ 10, terá que esperar uma rentabilidade de no mínimo 10% para pagar o custo da operação. Sem contar que, ao vender as ações, precisará pagar as taxas de novo. Por isso, o investimento em ações é recomendável com um capital maior, que dilua os custos.
Com essas dicas, quando você se perguntar “onde investir meu dinheiro?” já terá um roteiro para avaliar quais são as melhores aplicações para as suas economias.
O Organizze é um sistema simples e descomplicado para controle financeiro. Além do gerenciador financeiro mais prático que você já viu, oOrganizze mantém também o blog Finanças Pessoais, cheio de dicas para você fazer as pazes com o seu bolso, economizar e melhorar sua vida. 
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