Aleluia! Estamos de volta, Nath não nos demitiu e voltamos aqui pra desafiar o senso comum e mostrar pra vocês que dá pra comprar as brusinha tudo que a gente tanto quer sem abarrotar o guarda-roupas e nem ficar na sofrência quando a fatura do cartão chegar. Bora?
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Na coluna do mês passado (se você não leu e perdeu a emoção de ficar se perguntando se estaríamos de volta ou não nesse mês, Clica Aqui pra ler) a gente falou de uma regrinha básica de como avaliar uma possível compra. E hoje vamos continuar nesse assunto…
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Oi? Como assim? Tá certo isso?
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Sim, a gente é insistente e vai bater nessa tecla: comprar pode ser legal e até nos fazer economizar ao longo do tempo se a compra for bem pensada e racionalizada.
Por isso, nada de fazer compras se estiver – marque um “X”:
( ) Triste
( ) Ansiosa
( ) Eufórica (tipo, muito feliz – como logo depois de receber uma notícia muito boa, sabe?)
( ) Depois de receber o 13º/comissão/premiação/bônus
( ) Depois de tomar um pé na bunda
( ) Na TPM
( ) Porque tá chovendo
( ) Porque tá calor
( ) Porque hoje é seu aniversário
( ) Porque é aniversário do seu ex
( ) Porque é aniversário da atual do seu ex
( ) TODAS AS ANTERIORES
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Desculpem, a piada é ruim mas somos esse tipo de pessoa…
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Acertou quem respondeu “todas as anteriores”. E por que? Porque em todas essas situações temos muitas emoções embolando o meio de campo e dificultando a sua vida na hora de avaliar friamente se uma compra faz sentido ou não.
Por exemplo: se recebemos um dinheirinho extra ficamos nos achando rycas pra torrar sem pensar e não damos a essa grana o destino merecido dela (pagar contas, dívidas, investir… sei lá – favor fazerem o que a Nath mandar).
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Se estamos felizes, fechamos os olhos para eventuais poréns, do tipo:
Você emoção: “Olha, um unicórnio!”
Você razão: “Cê jura? Vai fazer o quê com um unicórnio?”
Você emoção: “Não importa, eu sempre quis ter um unicórnio.”
Você razão: “Tá, mas vai fazer o quê com isso?”
Você emoção: “Eu sempre quis ter um unicórnio. E fim.”
Você razão: …
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Você emoção
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Você razão
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E se estamos tristes, meu amigo… aí o bicho pega, porque a gente acha que “merece” tudo o que a gente acha que quer só porque estamos tristes/na TPM/tomamos um pé na bunda.
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A verdade é que o grande problema de fazermos compras emocionalmente instáveis é que a gente tende a encontrar pretextos para justificar uma compra e não raciocinamos direito. Agora, se estamos emocionalmente centradas, tendemos a dar atenção a nossa razão e a avaliar, de verdade, se aquela compra faz sentido real oficial.
Por isso, antes de ir às compras, não deixe de fazer uma autoanálise no sentido de entender se você está meio triste ou até feliz demais. Aliás, se você desconfiar que não está 100% no seu normal, melhor passar longe do shopping e não entrar em nenhum e-commerce.
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No próximo post a gente vai continuar esse assunto e trazer mais dicas pra ajudar vocês a avaliarem o custo x benefício de uma possível compra.
E se vocês tiverem sugestões de temas ou dúvidas, mandem pra gente aqui nos comentários!
Beijos e até mês que vem,
Carol e Carlinha
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